Com a turma A do 1º ano! e A lenda do reino dos dentes
Com as turmas do 3º ano já comecámos a trabalhar no Pixton:
E com as turmas do 2º ciclo também. Estamos a transpor para BD o conto vencedor, escrito pelo aluno do 3º ciclo, Diogo Macedo: A escova macia e a menina Sofia
11 de janeiro de 2017
Formação de utilizadores da BE 2016/17 - Resultados apurados
Formação de utilizadores da BE 2016/17 - Resultados apurados
3 de janeiro de 2017
17 de outubro de 2016
HORA do CONTO do mês de OUTUBRO 2016
E é precisamente no mês das Bibliotecas Escolares, OUTUBRO, que começamos a HORA do CONTO, projeto para apoio ao currículo, às metas para a Educação Literária do 1º e 2º ciclos. No dia 18, com os mais pequeninos e "Mais Lengalengas" de Luísa Ducla Soares.
A PB, Isabel Ramos
A PB, Isabel Ramos
10 de outubro de 2016
24 de maio de 2016
27 de abril de 2016
17 de abril de 2016
7 de março de 2016
4 de março de 2016
HORA DO CONTO - Os Piratas de Manuel António Pina
Livro indicado como leitura obrigatória nas novas metas curriculares de português para o 6º ano.
Trata-se da adaptação para teatro (em nove cenas) da novela homónima de Manuel António Pina, adaptação que, de acordo com a sinopse da editora, «foi feita pelo próprio autor, que acompanhou a montagem da peça no Teatro Pé de Vento, e por isso está recheada de preciosas indicações de cena.»
Recensão de Sara Reis da Silva in Casa da Leitura: «Um dos títulos mais marcantes da original obra de M. A. P., esta novela, escrita na primeira pessoa, é emoldurada pelo mistério, pela hesitação entre o real e o onírico e pela memória. Esta é a história de Manuel, um rapaz de 8 anos, que vive numa ilha e que, de repente, se vê envolvido na tragédia de um naufrágio e, ainda, num episódio (verdadeiro ou sonhado?) de um ataque de piratas. Nesta narrativa, assiste-se à ficcionalização de elementos que se situam no universo da memória historico-literária portuguesa ou de tópicos como, por exemplo, a vocação atlântica ou as aventuras marítimas (os perigos, por exemplo, da pirataria, os naufrágios, a protagonização masculina, a solidão e a espera femininas, a incerteza, entre outros) e a literatura de viagens. Este é um texto que suscita um conjunto de leituras intertextuais e em que o histórico e o imaginário se cruzam significativamente, sendo diversas as alusões a lendas ou a mitos, bem como a reminiscências de natureza geográfica e histórica portuguesas, aspectos que acabam por se revestir de uma importante funcionalidade na própria construção ficcional.»
Recursos:
Guião de Leitura (Porto Editora) + Guião de Leitura (Amélia Souto)
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